O que é necessário para competir? O Centro para o Comércio começa com grandes produtos de mais de 350 empresas (e estamos sempre à procura de mais) em todas as suas seis cadeias de valor. Os peritos do Centro para o Comércio ajudam as empresas a resolver problemas específicos, tudo desde a proveniência das matérias-primas até ao modo como o produto é embalado e exibido nas prateleiras das lojas (e todos os passos intermediários). E o Centro para o Comércio também resolve problemas que afectam os transportes, telecomunicações, serviços financeiros e ambiente de negócios.
Há cinco anos, a empresa de processamento de caju de Minata Kone era nova – e enfrentava desafios.
“Tive imensos problemas,” disse Kone. “A qualidade era um deles. Não tinha nenhuma assistência técnica – não havia ninguém que me dissesse: "Isto é bom, mas aquilo não é tão bom." E não havia nenhum comprador.”
A mudança desde então foi notável: actualmente, a Sotria-B exporta um contentor – 16 toneladas – de sementes de caju em bruto por mês e procura duplicar a sua produção em colaboração com duas outras empresas de processamento de caju, cujas proprietárias e operárias são mulheres.
A assistência directa do Centro para o Comércio e as ligações em toda a indústria graças à Aliança Africana do Caju, co-fundada pelo Centro para o Comércio em 2005, ajudaram empresas como a Sotria-B a tornarem-se competitivas internacionalmente. O Centro para o Comércio está a tornar a África Ocidental directamente competitiva em seis sectores e a criar concorrência para a economia regional através do seu trabalho intersectorial.